Exmo. Senhor,
Li e reli a sua coluna com o título acima. Depois de meditar sobre as fundamentações das suas teses e conclusões (sim que o senhor apenas se arroga do direito de afirmar sem sustentar) tenho de concluir que o senhor também deve andar a beber wisquie de um lote adulterado que em tempos também tive em casa. Fica o alerta porque há coisas que nem os neo-liberais da Impresa podem ignorar por muito tempo, correndo assim o risco de o porem a escrever na Caras. É que lá tudo é permitido, mesmo os dislates daqueles que por serem escribas há muito tempo se arrogam do direito de querer entender as sociedades de hoje, esquecendo, por desonestidade intelectual e outra, as lutas operárias dos séculos XVIII e XIX, em que vingavam os neo-liberais da época. Leia Charles Dyckens. Vai ver que não perde nada com isso.
Prezo o respeito, os direitos com deveres e vice-versa, e reclamo do Estado aquilo que o este assumiu dar-me a troco do que me exige pela via dos impostos. É ser de Esquerda? Óptimo.
Para o acompanhar no seu toque de intelectual, cito adaptando o que em tempo alguém escreveu sobre Nuno Rocha: Cada País tem o Henrique Monteiro que merece. Vá-se lá saber porquê, o Henrique Monteiro de Portugal chama-se mesmo Henrique Monteiro.
Com os melhores cumprimentos.
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